- Patricia de Arias
- Ionit Zilberman
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Neste livro, a voz narrativa nos remete à escrita de uma carta, como se a personagem lançasse aos seus: “se puder, repare”. Em um voo intergaláctico para o mundo da lua, a protagonista questiona os motivos pelos quais os adultos esqueceram o tesouro que são: a criatividade, a amizade e o tempo. Ora! Sonhar é preciso, a imaginação nos eleva, as trocas afetivas são o sentido de tudo e o tempo é a costura da vida. A menina parece bem chateada com o fato de se incomodarem com o seu demorar, com o olhar atento às coisas do mundo. Os adultos de sua vida não estariam enxergando quem ela é e o que sente de verdade. E você? Escreveria uma carta para alguém sugerindo: “me olha!”?

